Ventos de Libre-rdade
Ou Máquina de Fumaça da Libre-rdade
A Valve anunciou 3 produtos há uns 10 dias, reiterando o desenvolvimento da sua distro SteamOS baseada em Linux, com incentivos a projetos colaborativos de software livre.
Parece massa ter uma empresa privada promovendo software livre, mesmo que seja também para se beneficiar com esse desenvolvimento.
Faz lembrar da história de popularização dos computadores, de pensar que o acesso a muita coisa se tornaria livre, agora com estes terminais de um mundo virtual compartilhado. Um exemplo dessa mudança é a enciclopédia online Wikipédia que tornou as renomadas enciclopédias de numerosos volumes algo disponível por uma barra de pesquisa e uma comunidade de editores, o que me faz lembrar do artigo do The Verge sobre sua história e como ela vem sobrevivendo hoje.
Existem iniciativas para fechar campos da internet e cercear esse acesso livre, também devido a malfeitores que se utilizaram dessa abertura pra desenvolver o Grande Mal Virtual (kkkkkk que nome..) do qual tanto se fala hoje.
Eu tenho tentado usar uma distro Linux como meu sistema principal no computador de mesa (que é um notebook gamer). Com o empurrão que a Valve tem dado pra que desenvolvedores suportem o Steam Deck, e por consequência sistemas Linux e seus futuros produtos, também tenho priorizado jogar no sistema livre, com alguns jogos pela Steam, outros pela Heroic (com a extensa lista de jogos grátis resgatados em anos de Epic Games Store kkkkk), e uns poucos pelo Lutris.
O jogo que mais jogo hoje é o Genshin Impact, um jogo online de servidor que não é intrinsecamente competitivo, e o fato de não ter um port nativo pra Linux não faz o menor sentido; portanto, não consigo jogá-lo no Linux.
É como na época que o jogo não tinha sido lançado pra Xbox e tinha recompensas do PS Plus: parece que havia um acordo entre as partes beneficiadas por essa "exclusividade".
Mesmo com receio de não estar sabendo informar acerca deste tema com todas as ressalvas necessárias sobre problemáticas que tudo isso pode originar, vou me deixar entusiasmar e exprimir esse entusiasmo nessa publicação. É isso que eu faria antigamente: pesquisaria, me sentiria entusiasmado, e compartilharia com outros mesmo sem saber de tudo, até porque não há como saber de tudo.