31 de maio do abacate salgado
- Tentando fugir de melancolias e nostalgias, ao som de Legião Urbana hoje novamente, após responder uma cartinha eletrônica (lê-se e-mail) de Gabi, falarei sobre abacate salgado.
- Essa semana tenho comido um (1) abacate que comprei no domingo. Fomos ao mercado na manhã desse dia fatídico, tendo eu pensado em ir na noite do dia anterior pra tentar fugir do movimento maior, e acabei desistindo. Pro almoço de domingo, o movimento estava grande ainda assim, mas o namorado ficou inspirado e quis fazer carne de panela para nós. Ele na cozinha é sempre uma boa pedida.
- Eu comprei esse abacate nesse dito dia. E todos os cafés da manhã e jantares subsequentes incluíram filetes desse abacate. Eu amo abacate com um salzinho e azeite, então tenho colocado no pão com alguma mistura, seja ovo ou carne. Inclusive, no almoço da sexta levei macarrão, abacate e carne pro trabalho.
- Na última saída antes da despedida de Gabs, fizemos uma "noite mexicana" na casa de Luly. Eu, como bom incompetente que sou, não levei nada pois me irritei com qualquer bobeira (neste dia, as cachorras mijaram nosso quarto e minha idosinha sapateou a casa toda). Mas que bom que fui, e que bom que Gabi, minha irmã mais velha no último ano, se antecipou e levou o que eu tinha me comprometido em fazer e não fiz.
- A idosinha inclusive tá numa das várias crises que ela tem por mês devido a algum problema intestinal oculto. Ela tá aqui do meu lado, e eu estou de fone tentando não escutar os roncos da barriga dela, que não quis jantar. Amigo(a) leitor(a), não se preocupe tanto, ela já está medicada; é o que eu tento me apegar pra não me preocupar. Ela tem 14 anos, é mais velha que eu quando a conheci... Não sei se outro cachorro vai gostar de mim quanto ela gosta.